Monthly Archives: outubro 2011

Abaixo-assinado 10% do PIB para a Educação Pública Já!

Para:Governo federal

ASSINE O ABAIXO-ASSINADO E JUNTE-SE À CAMPANHA:

QUEREMOS 10% DO PIB PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA JÁ!

“Por que aplicar já 10% do PIB nacional na Educação Pública?”

Manifesto da Campanha Nacional

A educação é um direito fundamental, e pode ampliar a leitura de mundo e comprometer com uma sociedade justa e igualitária. Por isso, a luta dos trabalhadores na constituinte buscou assegurá-la como “direito de todos e dever do Estado”. No entanto, o Estado brasileiro não cumpre sua obrigação Constitucional. O Brasil possui mais de 14 milhões de analfabetos totais e 29,5 milhões de analfabetos funcionais (PNAD/2009/IBGE) – cerca de um quarto da população está alijada de escolarização mínima. Esses analfabetos são basicamente provenientes de famílias de trabalhadores do campo e da cidade, notadamente negros e demais segmentos hiperexplorados da sociedade. As escolas públicas – da educação básica e superior – estão sucateadas, os trabalhadores da educação sofrem inaceitável arrocho salarial e a assistência estudantil é localizada e pífia.

O Plano Nacional de Educação – Proposta da Sociedade Brasileira (1997), a partir de um diagnóstico da realidade educacional, indicou metas para a universalização do direito de todos à educação que implicavam em um investimento público da ordem de 10% do PIB nacional. Naquele momento o Congresso Nacional aprovou 7%, percentual vetado pelo governo FHC e veto mantido pelo governo Lula da Silva. Hoje o Brasil aplica menos de 5% do PIB nacional em Educação. Passados 14 anos, a proposta do governo para o novo PNE em debate no Congresso Nacional define a meta de 7% do PIB para a Educação em… 2020!

Não podemos aceitar o argumento de que não há recursos. O pagamento da dívida pública, as isenções fisciais para o setor empresarial, o recurso público usado para a copa e as olimpíadas, o dinheiro público que se perde na corrupção… Há verba, é preciso reverter as prioridades, garantindo o investimento público na implementação dos direitos sociais universais.

Junte-se à Campanha Nacional Unificada! Construa o Comitê de Campanha no seu estado, as aulas públicas do dia 15 de outubro, o Plebiscito Popular em novembro e defenda a aplicação de 10% do PIB para a Educação Pública já!

ASSINAM ESSE MANIFESTO:

ABEPSS, ANDES-SN, ANEL, CFESS, COLETIVO VAMOS À LUTA, CSP-CONLUTAS, CSP-CONLUTAS/DF, CSP-CONLUTAS/SP, DCE-UFRJ, DCE-UnB, DCE-UFF, DCE UFRGS, ENECOS, ENESSO, EXNEL, FENED, MST, MTL, MTST/DF, MUST, MOV. MULHERES EM LUTA, OPOSIÇÃO ALTERNATIVA, CSP-CONLUTAS/RN, PRODAMOINHO, SEPE/RJ, SINASEFE, SINDSPREV, SINDREDE/BH, UNIDOS PRÁ LUTAR.

Os signatários

Este abaixo-assinado encontra-se alojado na internet no site Petição Publica Brasil que disponibiliza um serviço público gratuito para abaixo-assinados (petições públicas) online.

Caso tenha alguma questão para o autor do abaixo-assinado poderá enviar através desta página de contato

Fonte: http://www.peticaopublica.com.br/

Estatística de homicídios em São Paulo despreza mortes decorrentes de roubos

Latrocínios crescem no estado e apesar das mortes, secretaria de Segurança Pública exclui número em estatística de crimes contra a vida

“Estatística é papel e os números da segurança pública não chegam à realidade dos fatos”, aponta a presidenta da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), Marilda Pinheiro, sobre dados da Secretaria de Segurança Pública paulista que indicam queda no número de crimes contra a vida no estado.

Embora o órgão aponte queda de 12,2% no número de homicídios dolosos (cometidos com a intenção de matar) no primeiro semestre de 2011, em comparação com o mesmo período do ano passado, Marilda questiona a metodologia empregada pela secretaria, que deixa de registrar os latrocínios – roubos seguidos de morte - entre os crimes contra a vida. “Comemora-se que não está se matando tanto por homicídio e se esquecem que muita gente está morrendo por latrocínio, ou seja na mesma proporção”, diz. “A sociedade não quer saber a tipologia do crime, quer segurança pública, que é dever do Estado.”

Segundo a assessoria de imprensa da secretaria de Segurança Pública, o fato de não incluir latrocínios entre os crimes contra a vida deve-se às diferentes motivações que levam às ocorrências. O órgão trata latrocínio como crime contra o patrimônio, embora haja morte de cidadãos. Nos seis primeiros meses do ano, houve dois mil crimes contra a vida (homicídios), em relação aos 2.278 de período equivalente do ano anterior.

De acordo com dados divulgados pela própria secretaria, os latrocínios cresceram 20% nos primeiros seis meses do ano, em comparação com o mesmo período de 2010, quando passaram de 134 para 161 casos. O total de crimes violentos – homicídio doloso, roubo, latrocínio, estupro – em geral cresceu 1,9%, indo de 158.437 a 161.453 ocorrências. “Todos os dias, alguém é morto no seu estabelecimento comercial, na rua, em roubos de carro”, lista a presidenta da Adpesp.

Distorções

Os dados também são distorcidos por falta de atualização na tipificação das ocorrências, explica a delegada. Casos registrados inicialmente como desaparecimentos, após investigação podem se tornar homicídios, mas não há atualização no registro inicial, alerta. Outro caso é o de homicídio tentado que pode se tornar homicídio doloso com o falecimento da vítima. “Por vezes, a estatística é uma forma de tentar enganar a sociedade, mas no caso de segurança pública, é impossível, porque a sociedade sente a realidade”, dispara.

Ela credita os erros à falta de experiência dos gestores de segurança pública de São Paulo. “Quem cuida da segurança está fora da realidade social: anda de carro blindado. Tudo que a sociedade sente, quem comanda não está sentindo.”

As distorções nos dados, sugere a especialista, podem ser resolvidas com ações simples como mudanças de metodologia e atualização dos dados. “O estado tem condições. Talvez falte vontade política ou talvez seja para vender um dado falso que não corresponde à realidade”, adverte. Já a política de segurança pública precisa de investimentos maciços em recursos humanos e materiais. “A segurança pública de São Paulo está falida”,decreta.

Abandono

Dados da Adpesp indicam que a cada 15 dias um delegado pede demissão no estado. São Paulo é o 25º colocado no ranking de salários de delegados do país. Também faltam materiais nas delegacias. Entre os resultados da falta de verba destinada à segurança pública, as investigações criminais só ocorrem em casos de “clamor social”, descreve a delegada.

Neste ano, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) investiu, até agosto, apenas 11% dos R$ 470,2 milhões destinados à pasta, de acordo com dados do Sistema de Informação e Gerenciamento do Orçamento (Sigeo).

Os principais cortes ocorreram em programas de inteligência policial, reaparelhamento da polícia e de formação e capacitação dos policiais civis também foram afetados pela redução de investimentos. A inteligência policial perdeu R$ 20 milhões de orçamento, e até agosto teve 22,8% do orçamento utilizado. O reaparelhamento da polícia teve 11,7% de execução orçamentária e a capacitação de policiais civis executou 31,8% do valor destinado ao trabalho.

Suzana Vier

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/

O renascer da democracia

Praticamente desaparecida durante a Idade Média (domínio da nobreza guerreira), a democracia, fundada na Grécia Antiga, somente ressurge a partir das Revoluções Americana (de 1776) e Francesa (de 1789), cujas constituições foram inspiradas nas teorias da soberania popular extraídas da filosofia política de Jean-Jacques Rousseau (O Contrato Social, de 1762). O filósofo havia invertido a idéia de soberania, retirando-a do rei para transferi-la para o povo, que se manifestava através da vontade geral, aferida por eleições periódicas.

Voltaire Schilling

Tomada da Bastilha, queda do Antigo Regime, começo da democracia (14/07/1789). Foto: Getty Images

Tomada da Bastilha, queda do Antigo Regime, começo da democracia (14/07/1789)

Foto: Getty Images

Documentos básicos

Os dois documentos básicos desta ressurreição da democracia nos tempos contemporâneos foram A Declaração de Independência dos Estados Unidos (4 de julho de 1776) e a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (26 de agosto de 1789).

Desde então, mesmo nos países que mantiveram a monarquia até os dias de hoje, como a Grã-Bretanha, a Holanda, a Bélgica e os países escandinavos, procedimentos democráticos assumiram de fato o controle da vida política. Entretanto, ainda que o governo “do povo, pelo povo e para o povo” (famosa definição de democracia do presidente Abraão Lincoln) tenha ganhado adeptos, ele continuou sendo minoritário até bem recentemente.

A raridade da democracia

Após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1945, somente os Estados Unidos e seus aliados europeus (Grã-Bretanha, França, Bélgica, Holanda, Alemanha Ocidental e Itália, e os países escandinavos) podiam ser apontados como nações democráticas. Mesmo com a derrota do nazi-fascismo, Portugal e Espanha, por exemplo, ainda continuaram por algum tempo obedientes ao regime autoritário de Oliveira Salazar e do general Franco.

Os países do Leste Europeu que ficaram sob a órbita da União Soviética (URSS) foram proclamados como “democracias populares” para se distinguirem dos aliados dos americanos. Contudo, em todos eles (países bálticos, Alemanha Oriental, Polônia, Hungria, Tchecoslováquia, Albânia, Iugoslávia, Bulgária) imperava a vontade do Partido Comunista dentro de um sistema que impedia qualquer alternância partidária do poder.

Uma das razões disso foi a Guerra Fria (1947-1989), o período de tensão extrema entre as superpotências vencedoras da Segunda Guerra Mundial, os EUA e a URSS, quando nenhuma delas estava disposta a ceder espaço para a outra, o que levou ao enrijecimento dos regimes políticos nas áreas que cada uma controlava num mundo separado ideologicamente entre capitalismo e comunismo.

Os Estados Unidos, por exemplo, não hesitaram em apoiar ditaduras direitistas e fascistas, desde que isto representasse uma contenção aos seus rivais comunistas (como foi o caso do apoio ao golpe militar do general Pinochet, no Chile, para derrubar o governo legítimo do socialista Salvador Allende). O mesmo se aplicando à URSS, que se negou a aceitar qualquer abertura política dentro da sua esfera de controle (como ocorreu no caso da Hungria, em 1956, e na Tchecoslováquia, em 1968).

Precisou-se assistir à derrubada do Muro de Berlim, em novembro de 1989, para que a democracia voltasse a tomar ímpeto, tornando-se numa onda que começou a varrer os regimes autoritários em grande parte do mundo.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/

Apple é acusada de usar trabalho infantil

A Apple está sendo acusada por organizações que monitoram a exploração de trabalho infantil no mundo de explorar jovens com menos de 16 anos em pelo menos três fábricas que mantém na Ásia.

Felipe Zmoginski

Getty Images

Apple é acusada de usar trabalho infantil

Operários trabalham em fábrica na Ásia: ONGs veem superexploração

As primeiras denúncias foram feitas pela China Labor Watch (CLW), uma organização com sede em Nova York que monitora o respeito aos direitos humanos na China.

De acordo com a CLW, ao menos 62 trabalhadores adultos de uma integradora chinesa que fornece produtos para a Apple e Nokia foram flagrados trabalhando em condições desumanas e em ambiente rico em N-hexano, uma substância tóxica capaz, entre outras coisas, de causar degeneração muscular nos operários.

Agora, a Apple é acusada de explorar o trabalho de ao menos 11 jovens com idade de até 15 anos que trabalham em três diferentes fábricas na Ásia.

De acordo com o jornal inglês Daily Telegraph, a Apple já admitiu a ocorrência de trabalho infantil e pediu um relatório detalhado ao seu fornecedor para identificar como isto ocorreu.

Segundo o jornal inglês, executivos da Apple manifestaram indignação com a notícia e asseguraram que todos seus fornecedores devem cumprir regras restritas de contratação de mão de obra. A companhia não revelou em que país ou países foram registrados os episódios de exploração.

Na Ásia, a companhia mantém fábricas em Taiwan, China, Cingapura, Filipinas, Malásia e Tailândia, além de plantas na Europa (República Checa) e nos Estados Unidos.

Esta não é a primeira vez que a Apple é citada em acusações que envolvem a superexploração de trabalhadores na Ásia.

Há dois anos, a companhia foi denunciada por contratar integradores que mantinham operários trabalhando mais de 70 horas por semana. Na China, a jornada de trabalho legal é de 60 horas por semana.

Fonte: http://info.abril.com.br/

Apple admite que explorou trabalho infantil em fábricas na China

A Apple revelou hoje ao jornal britânico Telegraph que algumas fábricas chinesas contratadas por ela para construir Macs, iPods e iPhones exploraram trabalho infantil no passado.

Rafael Fischmann

Trabalhadores em fábricas parceiras da Apple

Ao menos 11 crianças/adolescentes com uma média de 15 anos de idade foram descobertos trabalhando em três fábricas parceiras da Apple no ano passado. O nome e a localidade das empresas envolvidas não foram divulgados pela companhia, mas sabe-se que a maioria está na China.

De acordo com o Telegraph, a Apple obrigou as três fábricas a dispensarem imediatamente todas as crianças/adolescentes de suas fábricas. “Em cada uma delas, exigimos uma revisão de todos os registros de contratações de 2009, bem como uma análise completa do processo de recrutamento para entendermos como menores de idade conseguiram vagas de emprego”, afirmou a Apple.

Ontem, surgiu mais uma notícia-bomba relacionada: a Wintek, que fornece componentes para a Apple (além da Nokia), registrou recentemente 62 casos de empregados envenenados por um produto químico utilizado na limpeza de touchscreens.

Fonte: http://macmagazine.com.br/

Foxconn registra 16º suicídio na China

Um trabalhador do gigante tecnológico taiwanês Foxconn, fabricante do iPad e do iPhone da Apple, cometeu suicídio na cidade chinesa de Chengdu (centro do país) o segundo caso desse tipo no ano, depois do registro de 14 suicídios similares em 2010 e três tentativas frustradas.

EFE

Em Hong Kong, estudantes universitários protestaram no sábado, 7 de maio, contra condições de trabalho nas fábricas da Foxconn. FOTO: Kin Cheung/AP – 07/05/2011

O jovem, de 20 anos, pulou de seu apartamento, situado em um bairro próximo ao parque industrial da companhia, no primeiro caso de suicídio de um funcionário da Foxconn que ocorre fora da cidade de Shenzhen (sul), informou nesta sexta-feira, 27, o jornal independente South China Morning Post.

Em janeiro, uma trabalhadora de 25 anos que estava havia seis anos trabalhando em uma fábrica da Foxconn de Shenzhen também se jogou do prédio onde vivia após receber um e-mail no qual pediam que pedisse demissão.

Outros 14 trabalhadores, grande parte jovens recém-chegados à companhia a partir de outras províncias chinesas, suicidaram-se nas fábricas da Foxconn desta mesma cidade no ano passado.

Condições de trabalho. Conforme estudo elaborado por 20 universidades de Hong Kong, Taiwan e da China de janeiro passado, Foxconn é um “campo de trabalho” que viola as leis trabalhistas chinesas e abusa de seus trabalhadores física e mentalmente.

O estudo, citado pelo jornal, assinalou que desde janeiro de 2010 ocorreram 17 tentativas de suicídio entre os funcionários da Foxconn, que somam mais de 1 milhão no gigante asiático.

A companhia, no entanto, se defende dizendo que trata bem os colaboradores, e aumentou os salários em até 70% de sua unidade principal de Shenzhen depois da onda de suicídios do ano passado.

No entanto, para reduzir custos, transferiu parte de sua produção do oeste para o centro da China, como a fábrica de Chengdu onde ocorreu esse último episódio.

Em uma dessas novas plantas, na província de Sichuan, uma explosão matou na sexta-feira três pessoas e feriu outras 15.

Foxconn produz 4% dos produtos que exporta o país asiático, e fabrica componentes para multinacionais como Sony, Hewlett-Packard, Nintendo ou Apple, que produz nestas feitorias seus populares iPad, iPod e iPhone.

Recentemente, a Foxconn anunciou que vai investir US$ 12 bilhões nos próximos cinco anos na construção de uma nova fábrica no Brasil para produzir a maioria dos componentes utilizados no iPad. A empresa pretende começar a montagem dos dispositivos nos próximos meses em uma das fábricas no Brasil ainda com componentes fabricados na China.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/

Energia do lixo abasteceria 18 milhões de casas no País

Para que o metano presente nos lixões e aterros desativados não gere riscos, como está ocorrendo no Shopping Center Norte, em SP, é preciso que o terreno possua um sistema de captação de gás. Esse gás pode ter dois fins: a queima simples, que gera créditos de carbono, e a produção de energia por meio de motores a combustão.

Instituto Humanitas Unisinos

A informação é do jornal O Estado de S. Paulo, 06-10-2011.

Levantamento realizado pela consultoria Andrade & Canellas revela que o Brasil deixa de produzir entre 3.050 e 3.660 GW/hora de energia todos os anos com base no biogás gerado pela decomposição do lixo urbano.

Segundo estimativas da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), em 2010 as cidades foram responsáveis pelo descarte de 61 milhões de toneladas de resíduos em lixões e aterros sanitários em todo o País.

A energia gerada com base nesse montante seria suficiente para abastecer até 18,3 milhões de casas, considerando o consumo médio residencial de 200 kW/h por mês. Quando aproveitada adequadamente, cada tonelada de resíduo pode gerar entre 50 e 60 kW/hora de energia elétrica.

“Os empreendedores optam pela queima pura e simples, em vez de escolherem a geração de energia, porque o investimento inicial é pesado”, diz a gerente do núcleo de energia térmica e fontes alternativas da Andrade & Canellas, Monica Rodrigues de Souza.

“Se fôssemos comparar a energia obtida por meio de queima de biogás com a gerada com base no vento, do gás natural ou da biomassa, a energia do lixo não seria competitiva. Mas a energia do biogás tem desconto na tarifa de transmissão, o que pode compensar sua desvantagem no mercado livre (venda direta)”, explica Monica.

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/

Arte islâmica já trazia padrões dos quasicristais de Nobel de Química

O ano de 2011 é celebrado como o Ano Internacional da Química, e o Prêmio Nobel em Química dado a um físico coroa o aspecto interdisciplinar da área.

MARCO VARELLA

A descoberta dos quasicristais, por exemplo, tem relações com a física, com a engenharia de materiais, com a matemática e até com as artes não figurativas, sem falar na própria química, é claro.

O padrão não repetitivo presente nos quasicristais tem raízes matemáticas antigas.

Arte

A razão das distâncias entre os átomos nesses materiais está sempre relacionada à proporção áurea, descrita pelo matemático Fibonacci no século 13 e conhecida já na Antiguidade.

Na década de 1970, Roger Penrose usou a proporção áurea para produzir mosaicos aperiódicos, imagens compostas de combinações de formas geométricas que são infinitamente variadas.

Os mosaicos da arte islâmica medieval, como o do palácio de Alhambra, na Espanha, também têm o mesmo padrão dos mosaicos de Penrose e dos quasicristais.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

Sindicatos de NY se unem a protesto dos indignados de Wall Street

Movimento ‘Ocupem a Wall Street’ está há 3 semanas na Baixa Manhattan. Contra ‘ganância corporativa’, passeata criativa teve até ‘triciclo-unicórnio’.

Da EFE

Quinze sindicatos de trabalhadores de Nova York se uniram nesta quarta-feira (5) ao movimento “Occupy Wall Street” (“Ocupem a Wall Street”), manifestação que começou em 17 de setembro e que protesta contra o que considera as injustiças do sistema financeiro americano e contra a “ganância corporativa”.

Agora somam-se aos indignados de Wall Street, que ocupam o sul de Manhattan, sindicatos como o Transport Workers Union (TWU), que agrupa trabalhadores de empresas de ônibus, metrô e de companhias aéreas de todo país, e a United Federation of Teacher, que representa os professores de escolas públicas de Nova York.

Multidão é vista ocupando a Foley Square, em Manhattan, durante marcha desta quarta (5) (Foto: AP)

Multidão é vista ocupando a Foley Square, em Manhattan, durante marcha desta quarta (5) (Foto: AP)

“Aplaudimos a coragem dos jovens de Wall Street, que estão se manifestando de maneira dramática pelo que foi nossa posição durante bastante tempo. O sacrifício defendido pelo governo parece uma rua de mão única”, diz o TWU em seu site.

O sindicato, que tem 38 mil membros ativos e 26 mil aposentados, se juntou aos outros 14 sindicatos e mais de vinte associações comunitárias no final da tarde desta quarta para marchar da praça Foley, no distrito financeiro de Nova York, até a praça Liberty, ocupada pelos indignados de Wall Street.

Um grupo de pessoas detidas no fim de semana passado no local entrou com um processo contra as autoridades de Nova York pelo que consideraram uma armadilha da polícia para reprimir o direito constitucional da livre expressão.

O processo foi apresentado nesta terça-feira (4) em nome dos cerca de 700 manifestantes presos no último sábado (1º) na ponte do Brooklyn. Eles afirmam que a polícia deixou de forma deliberada o grupo chegar até a ponte e depois os impediram de abandonar o local e efetuaram a detenção ilegal de centenas de pessoas.

Os denunciantes citaram no processo o prefeito de Nova York e o chefe de polícia da cidade. Eles pedem uma compensação financeira e que suas ficham criminais sejam limpas.

Mulher participa de passeata em Nova York sobre um triciclo caracterizado como unicórnio (Foto: AFP)

Mulher participa de passeata em Nova York sobre um triciclo caracterizado como unicórnio (Foto: AFP)

Além disso, em represália a prisões efetuadas no dia 1º, o grupo de hackers Anonymus ameaçou nesta quarta lançar um ataque contra a Bolsa de Nova York.

Os protestos, que começaram em Nova York, já se estenderam para outras grandes cidades dos EUA como Los Angeles, Boston, Filadélfia, Seattle e Chicago.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/

Uns 40 mil cubanos estudam Medicina

No ano letivo recém iniciado, entraram nas universidades médicas 5.613 estudantes cubanos e, de acordo com dados preliminares, oferecidos ao jornal Granma, há uns 40 mil estudantes nas salas de aula, nos seis anos desta disciplina.

José A. de la Osa

Uns 40 mil cubanos estudam Medicina

FOTO: OTMARO RODRIGUEZ

Eles estudam em 13 universidades das Ciências Médicas existentes ao longo do país, e também em três faculdades independentes, situadas nas províncias de Artemisa e Mayabeque e no município especial Ilha da Juventude. A matrícula global de novos ingressos e estudantes que continuam os estudos na especialidade das Ciências Médicas é de mais de 118 mil alunos.

Nesse grande cenário de formação acadêmica, que inclui uma ampla rede de hospitais e policlínicas docentes, dão aulas quase 40 mil professores, com apoio de modernas tecnologias informáticas e da comunicação.

A formação e aperfeiçoamento dos recursos humanos faz parte integrante do processo de transformação implementado no sistema nacional de saúde, no âmbito da atualização de nosso modelo econômico e social. Na esfera da docência se traduziu na definição de um plano de ingresso na especialidade de medicina, de acordo com as necessidades de cada território.

A modo de exemplo, de 21 especialidades existentes na carreira de medicina, se reduziram para oito carreiras universitárias de perfil amplo, e se retomou, também no presente ano letivo, a formação de técnicos de nível médio de Enfermagem, a partir da nona e da décimo segunda classes.

A partir de agora, os alunos de enfermagem se formarão como técnicos de nível médio e, depois, nos cursos para trabalhadores, terão a chance de continuarem estudos de nível superior, durante cinco anos, até se formarem como Licenciados em Enfermagem.

Em outras áreas das Ciências Médicas, os formandos podem escolher dez especialidades técnicas e, após formados, têm a possibilidade de se incorporarem a algumas das oito carreiras universitárias afins a seu perfil técnico. Elas são: Bioanálise Clínica, Higiene e Epidemiologia, Imagenologia e Radiofísica Médica, Logofono-Audiologia, Nutrição, Óptica e Optometria, Reabilitação em Saúde, Sistema de Informação em Saúde, todas com uma duração de cinco anos.

O chefe do Departamento de Ingresso e Pessoal da Diretoria de Docência, do Ministério da Saúde Pública, doutor José Emilio Caballero González, indicou que estas mudanças se sustentam na procura de maior capacidade resolutiva e competência, com um amplo perfil de desempenho em nosso sistema de saúde e no cumprimento de missões internacionalistas.

Fonte: http://www.granma.cu/

EUA mataram iraquianos que se rendiam

Imagens do Wikileaks:

Os cerca de 400 mil documentos vazados pelo site Wikileaks continuam mostrando os horrores cometidos contra civis e a resistência iraquianos entre 2004 e 2009.

O site que publica vazamentos militares mostrará esta noite, por meio da emissora britânica Channel 4, uma reportagem mostrando soldados dos Estados Unidos abrindo fogo, a partir de um helicóptero Apache, contra dois iraquianos, quando estes tentavam se render.

Antes de disparar, os militares consultam um advogado do Exército americano para confirmar que, apesar de estarem se rendendo, os dois guerrilheiros iraquianos continuriam sendo “alvos válidos”.

O advogado responde que os guerrilheiros não podem se render a um helicóptero, portanto seus tripulantes estão autorizados a abrir fogo.

Segundo publicou o jornal britânico The Guardian, o aparato utilizado para o ataque tinha o mesmo codinome (Crazyhorse 18) que o Apache utilizado no ataque que matou dois jornalistas da agência Reuters em Bagdá, cujas imagens foram vazadas e divulgadas pelo Wikileaks.

O que ainda não se sabe, assinala o diário, é se os autores de ambas as ações fazem parte da mesma tripulação militar.

Da redação, com Cubadebate

Fonte: http://www.patrialatina.com.br/